Arquivo | maio, 2013

Bolo gelado de coco

24 maio

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Esse bolo com certeza absoluta é o meu preferido. Quando eu era criança toda festinha na escola tinha esse bolo, e eu amava! O tempo passou e eu fui esquecendo do quanto gostava até que em um dia desses de tpm incontrolável eu senti vontade de comer. E o problema era que eu não me considero uma expert em doces e bolos e quase acredito que para fazer bolo tem que ter a mão boa, além disso, esse bolo não encontra para comprar. Eu já tentei fazer vários outros bolos e dificilmente eles ficavam bons… uns não cresciam direito, outros cresciam de um lado só, ou não ficavam fofinhos. Enfim, felizmente digo a vocês que a saga do bolo perfeito acabou porque a massa dessa receita é maravilhosa e já quero aproveita-la para fazer em outros sabores.

Digam adeus à dieta e vem comigo!

montagem

Comece batendo 4 claras em neve com uma pitada de sal e reserve (guarde no congelador, enquanto bate a massa do bolo). Na batedeira bata 3 gemas, 1 xícara e meia de açúcar e 2 colheres de sopa de manteiga sem sal amolecida até formar um creme clarinho e homogêneo. Em seguida, adicione 2 xícaras e meia de farinha de trigo aos poucos e intercalando com 1 xícara de leite. Por fim, misture delicadamente 1 colher de sopa de fermento e as claras em neve. Asse em uma forma untada e enfarinhada até passar no teste do palito (aqui em casa foram 40 minutos, mas isso varia de forno para forno, tem que ficar de olho. Só não abra o forno antes de 20 minutos para o bolo não murchar). Moleza né?

Para molhar o bolo, bata no liquidificador 2 caixinhas de leite condensado, 500 ml de leite de coco, 1 xícara de leite e 100 gramas de coco ralado. Com o bolo ainda quente, faça furinhos nele todo com um garfo e despeje parte da calda (sejam generosos). Espere esfriar, corte em quadradinhos do tamanho que desejar e mergulhe cada pedaço na mistura da calda restante e passe em coco ralado (para empanar). Embrulhe em papel alumínio e deixe gelando de um dia para o outro.

Bom apetite!

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Lombo ao molho barbecue

23 maio

lombobarbecue
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Esse é um prato simples de fazer e uma delícia, com cara (e gosto) de comida caseira. E é definitivamente o tipo de comida que mais me agrada, que não tem que sujar muitas panelas, nem gasto o dia inteiro pra fazer e que, claro, fique saborosa ao final de tudo.
A receita do molho barbecue é daqui e originalmente foi feita para acompanhar uma costelinha, mas com o lombinho também ficou muito bom.

Comecei temperando 400 g de lombinho com sal, alho, limão, pimenta do reino, 1 colher de sopa de mostarda e 1 colher de sopa de mel e deixei marinando por 2 horas (se for de um dia pro outro, fica ainda melhor). Cortei o lombinho em tirinhas e coloquei para cozinhar por 40 minutos (carne de porco tem que ser sempre bem cozida por causa da salmonella).

Enquanto isso preparei o molho: coloque para refogar 1 cebola e 1 dente de alho picadinhos, adicione 150 ml de vinagre de vinho tinto e espere o álcool evaporar. Some 4 colheres de sopa de açúcar (usei mascavo) e mexa bem. Depois acrescente meia xícara (125 ml) de molho de tomate e a mesma medida de ketchup.

Eu coloquei também 2 folhas de louro e 2 cravos, mas a quantidade desses 2 ingredientes é a gosto do freguês. Mexa e junte a mistura 150 ml de refrigerante de cola (a receita original pede de 50 a 100 ml, mas eu achei pouco e adicionei um pouco mais) espere ferver e evaporar os gases. Prove e acerte o sal e a pimenta.  A textura do molho deve ser um pouco mais líquida que a de um ketchup.

Misture esse molho ao lombinho e sirva. Essa receita servem duas pessoas.

Bom apetite!

Risoto de pequi com gruyère

17 maio

risoto

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Nunca encontrei alguém que fosse indiferente ao pequi, ou a pessoa ama ou odeia. Eu como boa goiana, sou do time das que amam. Além disso tem uma carga emocional gigantesca pra mim, remete a minha infância e aos almoços deliciosos de domingo que a minha mãe fazia (e ainda faz) com angu de milho verde, arroz com pequi e frango ensopado.
Pra quem não conhece, pequi é um fruto característico do cerrado brasileiro e apesar de ser encontrado em outros estados é considerado um prato típico da culinária goiana. Nessa receita, eu usei o fruto na forma de conserva e somente a polpa, sem o caroço. Achei o sabor e aroma incomparavelmente mais suaves do que o fruto in natura e isso pode ser um ponto positivo para aquelas pessoas mais sensíveis a cheiros e gostos mais marcantes.
Vamos à receita?

montagem

Comece colocando para ferver em fogo baixo 1 litro de caldo de legumes (você pode usar o caseiro ou dissolver 1 tablete de caldo de legumes em 1 litro de água). Em outra panela, refogue uma cebola em cubinhos pequenos (usei a roxa, mas serve qualquer uma) e um dente de alho em cubinhos.
Em seguida, adicione uma xícara e meia de arroz arbóreo, 100 gramas do pequi em conserva e refogue por cerca de 1 minuto. Adicione uma concha do caldo de legumes que a essa altura já deve estar fervendo e mexa, sem parar, até que esse caldo quase seque. Repita esse procedimento até que o arroz esteja cozido. É importante que o fogo se mantenha sempre baixo.
No final, desligue o fogo, adicione 100 gramas de queijo ralado e uma generosa colher de manteiga (para dar cremosidade) misture, e sirva imediatamente. Risoto só fica gostoso se comer na hora que fica pronto.
Eu usei o queijo gruyère porque era o que tinha em casa e você pode substituí-lo por qualquer outro de sua preferência, mas eu achei que o sabor ligeiramente adocicado e delicado desse queijo, casou perfeitamente com a receita. Essa quantidade que fiz servem duas pessoas.
Sirva acompanhado de uma boa carne grelhada, legumes no vapor e não precisa de mais nada.
Bom apetite!